não condene seu animal

 

Há vários caminhos para tratamento do cão com leishmaniose visceral canina, vulgo calazar. Você encontra facilmente na internet a orientação dada de forma velada por veterinários , que se escondem para não receberem punição do conselho de medicina veterinária que insistem em perseguir os veterinários que se recusam a sacrificar o cão, que mesmo sem sintoma, apresente diagnóstico da tal doença.

Algumas das orientações que encontramos na internet podemos resumir assim:

Uma importante informação: com o tratamento, a doença “estaciona”. O cão deixa de apresentar sintomas, podendo levar uma vida normal. Porém não há cura.

Com a decisão de tratar, o veterinário lhe dará algumas recomendações. Duas medidas deveriam ser tomadas, sendo elas a profilaxia e o tratamento da doença.

Para profilaxia, deveria ser utilizada uma coleira repelente do mosquito e vacinas anuais- scalibor. Para o tratamento, além da droga que trataria a Leishmania em si, deveria ser utilizado: ração para cães de pele sensível, remédios para tratar as lesões e vitaminas para a pele.
Com relação à droga que agiria no combate do parasito, haviam duas opções:
1) Milteforan;
2) Alopurinol + Anfotericina B.
No caso do Milteforan, o tratamento seria feito somente uma única vez, durante 28 dias. Porém, sua venda é proibida no Brasil.  Mas, há autorização judicial autorizando a importação. Caso alguém precise, nosso departamento jurídico estará à disposição.
No caso do Alopurinol + Anfotericina B, apesar da sua venda ser permitida no Brasil, o tratamento teria de ser feito durante toda a vida do animal.
Encontrei no blog Meu Tempo de Pipa as seguintes dicas:
No meu caso, o remédio escolhido foi o Milteforan (falarei detalhadamente sobre ele em outro post). Apesar do alto custo e das complicações para adquiri-lo, concluí que seria a melhor opção. O tratamento seria rápido e, segundo informações que adquiri por meio de pesquisas e leituras, efetivo. Também optei pelo uso da coleira Scalibor, por ter um grande reconhecimento no mercado. A ração sugerida pelo veterinário foi a da marca Cibau, para cães de pele sensível. O remédio escolhido para tratar as lesões foi o Dermotrat, que é antifúngico, antibacteriano e anti-inflamatório. E, por fim, o suplemento escolhido para a pele foi o Ômega 3, da Organnact.
De modo resumido, o tratamento ficou assim:
1. Milteforan
2. Cibau para cães de pele sensível
3. Ômega 3
4. Dermotrat (creme)
5. Coleira Scalibor